segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

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(Ai Mateus fiz um pedaço,não consegui termina e não gostei muito,depois me fala o que achouu...kkkkkk obs:eu te falei que era um desastre nisso ta.)



Falamos sobre um ”mundo novo” mas ainda enojamos o  irmão,
pregamos a paz mas ainda possuímos uma arma na mão.
Vivemos num mundo onde todos dizem não precisar de ninguém,
mas a verdade é que cada vez mais precisamos de alguém!
E é desse orgulho barato que somos reféns, todo dia, toda hora.
Reféns do mundo esquematizado,todo cronometrado.
Mas eu vejo é tudo desequilibrado.
Reféns de valores mortos, de princípios pouco prósperos
num cativeiro onde abortam toda sabedoria e semeiam toda essa hipocrisia… sem medo

Pra que tudo isso, é tanta coisa se perdendo ,
julgamentos ao léu corações endurecendo,
com o tempo eu fui vendo, vivendo, e entendendo,
que somos simples criaturas em desenvolvimento,
erros cometidos, alguém vai condenar,
ninguém é compreendido, ninguém sabe perdoar,
no final somos todos reféns do próprio sentimento,
afogando as mágoas numa piscina de lamentos.


Ninguém é dono da verdade e dela ninguém sabe,
não conhecemos nem sequer pela metade.
Perdemos a noção do certo e do errado,
os valores talvez tenham sido exportados, pois aqui nunca mais foram encontrados.
Lixo revirado, ruas desertas e a criança sem o que comer,
o executivo ocupado com muito o que fazer.

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